
29 de mai. de 2008
Bondade

27 de mai. de 2008
O homem Verde

25 de mai. de 2008
Homens

Não é preciso muito para agradar um homem. Também não é preciso muito para desagradá-lo. Por mais que se fale as mulheres ainda continuam querendo discutir a relação, continuam insistindo em falar dos sentimentos, continuam perguntando se estão gordas, se a roupa nova cai bem e se notaram seus penteados novos. NÃO! Homens não notam nada à não ser que sejam obrigados. Eles não querem falar de seus sentimentos e nem mesmo discutir para onde vai a relação, se não for para a cama, não lhes interessa. Homens são criaturas simples, deixem que eles vejam seu futebol, que joguem poker com os amigos uma vez por semana ou simplesmente vão encher a cara com os amigos no bar. Um pouco de liberdade é tudo que eles precisam para agradá-los. Homens somente são realmente homens quando podem interagir com sua própria espécie. As mulheres precisam aprender que exigir que um homem lhes dê completa atenção é a melhor forma de fazer com que eles façam exatamente o contrario. Quem suporta viver voltado somente para uma pessoa? Perpetuamente colado como um monstro de duas cabeças com mentes tão distintas que o fim é uma cabeça tentando devorar a outra. Não. Homens precisam de espaço, de cumprimentos simples e óbvios, de sexo honesto e comprometido e de riso. Mulheres que perdem o bom humor durante um relacionamento estão fadadas ao fracasso. Por um sorriso em lábios masculinos é tão divertido quanto fazer rir à uma criança. É fácil e pode lhe dar mais recompensas do que todo biquinho do mundo.
22 de mai. de 2008
O meu está pela metade.

5 de mai. de 2008
Hora do ensaio

“Andréa! Você já vai?”
Vejo a companhia toda reunida para o começo dos ensaios e fico mais do que tentada a mandar as obrigações que gritam por mim em casa e me deixar ficar. Minha passagem pela cafeteria foi proposital, sabia que estariam ensaiando para a próxima opera e sempre gosto de roubar um pouquinho da próxima apresentação. Doses homeopáticas que me enchem o coração de algo como chocolate derretido com fios de marshmallow.
Ele pede que um deles cante minha ária favorita de La Boheme. Choro, como sempre. Lagrimas que se derramam sozinhas pulando de meus olhos que piscam incontrolavelmente. Quero vê-los cantar, seus rostos alegres nesse momento de descontração, o recreio do ensaio, como jogadores de futebol que descansam batendo bola na praia.
Vejo que ele me olha, sorri, sabe muito bem que amo o que vejo e escuto. Posso não saber se é a melhor atuação que pode haver, pode até mesmo não ser, mas quem liga quando se tem o coração cheio de chocolate derretido com marshmallow?
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